Lendo o texto “ O modelo dos
modelos” de Italo Calvino, entendi que o senhor Palomar representa a sociedade que a tão pouco tempo atrás tinha um modelo padrão
o qual era requisitado por todos, um modelo homogêneo, traçado por linhas retas,
pessoas sem nenhuma deficiência que seria capaz, essa era a exigência de uma sociedade com mente limitada que não enxergava pessoas com deficiências e não
percebia as capacidades. Aos poucos a sociedade tem deixado de ser causadora de
deficiências, a partir de impedimentos que impõem as pessoas, tem mudado e
visto que todos têm dificuldades e é necessário nos adequar, acreditar, pois
estamos vivendo num tempo de desafio que nos provoca a viver com a heterogeneidade da qual fazemos
parte. Quando nos doamos, nos importamos com essas diferenças, temos a
oportunidade de sermos pessoas melhores e de ter pessoas melhores ao nosso
derredor, ensinamos sim, mas aprendemos
muito mais. Sabendo que é mais fácil aprender em linhas retas do que em linhas retorcidas,
e que é necessário apagar da mente o
modelo de linhas retas e cheia de regras e reconhecer que todos somos iguais
nas diferenças, e que independente da cor, raça, posição social, ou deficiência,
somos pessoas que temos certo grau de deficiência, incluindo “mente limitada” digo
isso pensando nas diferentes habilidades de cada um, e todos tem algo a
oferecer e precisamos uns dos outros
para que certas habilidades sejam exequível,
e juntos na mesma concepção podemos crescer ,ou seja, aprender com as
nossas dificuldades, porque somos todos capazes de aprender. É importante que busquemos ser desafiados todos os dias a aprender a aprender.
Vanilza,
ResponderExcluirconcordo muito com seu texto, principalmente quando coloca que devemos ser sempre desafiados a aprender a aprender. Não é fácil questionar os nossos saberes, as nossas atitudes, os nossos modelos pré existentes. Mais agora com tantos estudos e leituras novas, ficou claro que esta atitude é necessária para o fazer individualizado, o fazer com respeito ao próximo.